quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Nokia Code Camp - Outubro/08

Hey kids...

Desculpem a ausência... não esqueci e vou continuar sobre o artigo de segurança em RFID tão logo seja possível...

Hoje recebi um novo email... Sobre um evento o qual fomos felizardos uns meses atrás, o Nokia Code Camp.

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Forum Nokia Code Camp

Rio de Janeiro, 22 de Outubro de 2008

&
Sao Paulo, 24 de Outubro de 2008

Python para smartphones S60

Web Runtime Widgets para smartphones S60




Overview

O Forum Nokia Code Camp – Rio e Sao Paulo - é um evento gratuito para desenvolvedores de aplicações móveis, que oferece aos mesmos as últimas informações sobre o desenvolvimento de aplicações e conteúdo para os aparelhos Nokia.

O Code Camp incluirá um overview das plataformas de desenvolvimento Nokia, atualizações sobre novidades nos SDKs para Série 40 e S60, e workshops práticos de desenvolvimento, culminando com uma competição de programação que terá foco em plataformas-chave de desenvolvimento móvel.

Se você desenvolve para a Web ou em Python, encontrará informações importantes para utilizar as poderosas tecnologias e plataformas Nokia na criação de aplicações. Compareça e aprenda o que há de novo nas plataformas Nokia e como ampliar seus conhecimentos de aplicações móveis, além de se informar sobre oportunidades de negócio.

Agenda:
Overview do desenvolvimento para Nokia e suas opções de runtime, incluindo: Web Runtime Widgets, Java, Widsets, Flash Lite, Python, e Symbian/C++.
O que há de novo nos novos SDKs para Série 40 e S60.
Tutorial hands-on de desenvolvimento, feito por especialistas do Forum Nokia com foco em duas tecnologias:
Python para smartphones S60
Web Runtime Widgets para smartphones S60
Competição de desenvolvimento, com prêmios de aparelhos Nokia N96 e um ano de participação gratuita no programa Forum Nokia Launchpad.
Oportunidade de networking com representantes técnicos e de negócios da Nokia, além de outros desenvolvedores móveis.
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Espero que consiga ter a mesma colocação e conseguir um N96 agora...
Mas é certo que pessoal vai preparado, e não será tão fácil...

Mas o gostinho de chegar como favorito já dá aquela massageada no ego...rs

Dia 24 de outubro estarei lá... E vou me dedicar mais às tecnologias em questão...

Abraços,

Denilson ;)

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Segurança em RFID - Parte 1/3

Pessoal... Estou me matando com o PDU desde minha última postagem. Lógico que não estou as 14 horas médias de serviço por dia nisso... Mas que está cansando, está!


Vamos lá...

Hoje (14/08) acordei com cliente ligando desesperado. Estamos realizando alguns projetos pilotos em RFID, e um dos clientes viu essa notícia.

A conclusão da matéria é: RFID não provê segurança.

Enfim... vamos voltar ao ínicio de tudo. O primeiro RFID foi utilizado na guerra, e voltado para segurança. Para quem não sabe a história, no resumo, os RFIDs eram utilizados em Aviões amigos, e quando algum avião aparecia no espaço aéreo e sem identificação, balas nele. Se em 2006 a margem de erro e não leituras do RFID era de 30%, imagino que muito amigo levou tiro.

Porém, como levo em consideração o ditado: "O que o homem faz, o homem desfaz", percebo que o RFID não escapou disso. Na matéria criada sobre a falha nos passaportes, percebemos que o RFID está passando pelo mesmo processo que qualquer outro dispositivo de armazenamento de dados passou, a pirataria, cópia, etc...

Hoje existem algumas medidas para diminuir essas possibilidades, é possível inserir senhas nos RFID para que não sejam reescritos. Da mesma forma que existem CD-R para apenas uma gravação.
Porém, do mesmo jeito que existem CD-R virgem, existem RFID virgem. O que se resume à: CÓPIA (ou Clonagem no modismo atual), o qual é possível fazer sem problemas para quem conhece um pouco sobre o Middleware, ou utilizar um sistema chamado RFDump, para os mais leigos (e preguiçosos...rs).

Se nem mesmo as bilionárias indústrias do entretenimento e da música escapam, os primos (por ora) não tão ricos do RFID também não.

O RFID nesse primeiro momento deve ser pensando em processos de controle, logístico, etc...
Porém, como colocaram ele em uso na Segurança Internacional, deveria ter sido pensado em alguns outros detalhes, segurança no Middleware por exemplo.

Os RFID são fabricados por empresas de produtos semi-condutivos, condutores, transistores, itens eletrônicos. Não por empresas de Segurança.
Porém, o Middleware pode ser utilizado como o cérebro da Segurança. Pode ser produzido e sempre atualizado através de parcerias entre programadores e especialistas/consultores em Segurança.

Deve-se pensar em redundância na informação, um tipo de Backup, como um Código de Barras 2-D por exemplo, que consegue prover até 2 Kbytes de Informação, como o padrão Datamatrix.

Na dúvida, leia o código de barras.

Atualmente, com os Sistemas de Armazenamento de Dados serem tão poderosos e a um custo não muito inacessível (ainda mais para o Governo), poderiam estar cruzando os dados com Fotos, Dados Biométricos (Impressão Digital por exemplo), e uma inteligência do Software para saber onde foi realizada a leitura deste passaporte.
Caso o sistema leu alguma informação em outro ponto geográfico, usando cálculos, seria possível descobrir a impossibilidade de alguém se locomover tão rápido, num período de tempo curto entre as leituras.
Semelhante a esse esquema de Inteligência, que o Sistema Anti-fraude de Companhias de Telefonia opera. Todos as ligações são monitoradas , e é criado um perfil de conduta, para onde ligou, quanto tempo falou. Quantas ligações por mês, etc. Qualquer desvio no padrão, o sistema gera uma "flag" para que seja constatado se existe clonagem na linha.

Mas, voltando ao assunto: Se utilizarem uma melhor lógica no software, com certeza os riscos diminuem drasticamente.

Defendo o RFID, porém, como qualquer outra grande tecnologia e têndencia, ele ainda está prematuro. Suas possibilidades são inúmeras, mas devemos nos atentar aos seus atuais limites.

No próximo artigo vou comentar sobre Vírus em RFID, os mitos, as possibilidades, como criar e como se defender.

E qualquer dúvida, já sabem, entre em contato que terei prazer em responder.

Um Grande Abraço!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Vida não tão "Wireless" assim...

Olá Pessoal!!

Ultimamente estou trabalhando cada vez sistemas para dispositivos móveis (Leia-se Windows Mobile / Windows CE / Symbian).

O mais incrivel é que estou sendo vencido pela necessidade de utilizar-se de portas seriais para acessar as questões de automação.


Mas enfim.. vamos lá...

Estou tendo que debugar comandos AT de um sistema que estamos testando (o Now SMS), todo esse trabalho é para descobrir como enviar um SMS em formato PDU. O problema é encontrar documentação sobre o que necessito. Como não encontrei nada referente à PDU Multipart, acabei utilizando um programinha muito útil: o Free Serial Port Monitor.

Por enquanto já consegui resgatar as informações que o Now SMS envia para a porta serial:

AT+CMGS=105
0041050B811089813570F000F58C0B05040B8423F00003460E0D44520006037374756E7365727665722E796F756C696E6B2E636F6D2E6272000101C705035354554E535256504F525400060333343738000101C705034E4154524546524553485443500006833A0101C705034E4154524546524553485544500006033238000101C7050343524C465245465245534800010101C650034E415449
Esse comando é para apenas uma parte da mensagem. O PDU que preciso enviar consome nada mais, nada menos que: 14 mensagens SMS.

Nessa hora você me pergunta: Mas o que você quer enviar???

Simplesmente um arquivo binario de XML Compactado conhecido como WBXML.
O arquivo XML está sendo enviado via OTA (Over the Air), e contém as configurações de provisionamento para os celulares Nokia. Essas configurações de provisionamento criam um perfil SIP para que o telefone seja utilizado com operadoras VoIP em conexão de Banda Larga (3G, Wireless, etc..)

Por enquanto estou usando um Módulo GSM Nokia 12 e outro módulo GSM da Siemens.

Assim que conseguir fazer o estudo do PDU, coloco aqui e explico para vocês. Por enquanto vão torcendo ai!

Quem tiver algum tipo de ajuda, vê se posta no comentário... agradeceço... e muito!!!
Enquanto isso, estou brincando com o Pereira e com Bluetooth, aqui!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Nokia Code Camp

Hey Kids!

Desculpem a ausência... Espero não ter que sumir tão logo novamente...

Vamos aos últimos acontecimentos:

A equipe da Youlink! participou do evento Nokia Tech Days Brazil 2008. O evento abordou as novas tecnologias de desenvolvimento para os celulares Nokia, principalmente Python, WRT (Web Runtime Widgets) e Flash Lite. Eu particularmente gostei da idéia e do uso do WRT, e acabei me dando bem!

No segundo e último dia de evento, participamos de um Code Camp para desenvolvedores. Um tipo de campeonato de programação, porém, em duplas.

Na teoria, teriamos que fazer uma solução com WRT das 11:00 até as 17:00 horas. Porém, começou o problema de ser algo em duplas. Idéias diferentes...rs
Chegamos à conclusão eram umas 13:00 horas. Decidimos fazer um sistema de controle do computador pelo celular. A idéia era ver o Desktop do micro na tela do celular, utilizando de uma conexão de Dados, e também executar comandos e ver seus resultados.

Após muita dor de cabeça... e pouquissimo tempo, levamos a medalha de 1o. Lugar... e lógico, como medalha, nos premiaram com um N95 8Gb... :)

O Bunker...


Alguns dos concorrentes:



Eu concentrado... Alexandre como fotógrafo oficial:


Protótipo Inicial:


Brigando com o Javascript:


Enquanto concorrência se preocupava com o Estômago... estavamos firmes e fortes!


Montando a apresentação...


Hora dos Votos:



E o prêmio vai para:


Olha a criança ai:


Tchau Nokia E62... foi bom enquanto durou.
O diário oficial da Youlink! foi mantido pelo Alexandre, aqui.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Middleware

Olá!!!

Hoje iremos falar especificamente sobre MIDDLEWARE, talvez não todo o assunto que pode ser envolvido, mas o mínimo para que seja compreendido.

Como foi dito no artigo anterior, os LEITORES devem possuir uma ou mais antenas e também uma ou mais interfaces de comunicação, e todos eles devem possuir também um Middleware.

Afinal de contas, o que é o Middleware?

Falando bonito: O Middleware serve como elemento que aglutina e dá coerência a um conjunto de aplicações e ambientes.

Falando fácil: É um programa de computação que faz a mediação entre outros softwares. Utilizado para mover informações entre programas, ocultando as diferenças de protocolos de comunicação, plataformas e dependências do Sistema Operacional.

Em nosso contexto, Middleware é quem faz a “ponte” com os Leitores e os outros sistemas.

Indentificador --> Antena --> Leitor --> MIDDLEWARE --> Sistema

Um Middleware, como o desenvolvido e mantido pela nossa empresa (Sentinella – Youlink!), tem que possuir no mínimo 3 motivações para seu uso:

  • Encapsular as aplicações das interfaces de dispositivos:

O Middleware tende a ser cada vez melhor quando possui suporte de gerenciamento em mais de um tipo de leitor oriundo de diversos fabricantes. A idéia é sempre manter uma base de comunicação abstrata que possa tratar de diferentes tipos de interface e protocolos, porém resultando no mesmo tipo de resposta.


  • Processar as informações brutas capturadas pelos leitores e sensores de modo que as aplicações vejam apenas resultados significativos e de alto-nível, diminuindo assim o volume de informação a ser processada:

Alguns tipos de leitores podem retornar resultados nulos, mesmo quando não encontrarem nada; desperdiçando o processamento do Sistema Usuário do Middleware. Pode-se também ser necessário verificar apenas se um produto saiu do campo de “captação” (visão) da Antena, no caso de Prateleiras Inteligentes quando um produto for retirado da mesma, por exemplo.


  • Fornecer uma interface em nível de aplicação que tenha acesso e gerenciamento aos leitores:

Poderíamos utilizar-se de um WebService ou um Serviço de Socket de para resgatar informações do Middleware. A melhor forma proposta é basear-se na Arquitetura Orientada a Serviços, implementando uma interface fracamente acoplada e assíncrona, e que seguisse os padrões de serviços web.


Após implementar os 3 itens citados acima, podemos imaginar que já temos um sistema de Middleware funcional?

Sim, porém, apenas funcional. O necessário é tentar fazer com que a Solução RFID seja instalada de forma que funcione com o menor nível possível de intervenção humana (o que é o caso do código de barras). Sendo assim, o Middleware também deve integrar uma interface de gerenciamento e monitoração. Como sensores, balanças, esteiras, etc. Devemos saber quando algum material está passando, e disparar o respectivo Leitor para resgatar a informação da Etiqueta acoplada no material. Caso algo passe, mas não consiga ser lido, devemos tomar alguma atitude para evitar problemas, manter a segurança e evitar até mesmo fraudes.

Atualmente existe algumas especificações, que foram criadas pela EPCglobal, com o objetivo de criar uma interface padrão para clientes obterem dados EPC filtrados e consolidados de diversas fontes (leitores RFID e outros sensores).

Essa especificação é denominada ALE (Application Level Events). A especificação ALE permite que as aplicações descrevam quais informações são de seu interesse e como desejam recebê-las, sem se preocupar com a infra-estrutura física do RFID. A ALE também fornece dois mecanismos distintos para o processamento de eventos: filtragem e agrupamento, a primeira fornece capacidades para ajustar em padrões específicos nos dados de eventos; a segunda, fornece meios de agrupar dados coletados de diversas fontes e de múltiplos ciclos de eventos.

Atualmente os softwares de Middleware disponíveis no Mercado devem possuir sua estrutura baseada na ALE.

Maiores Informações:

www.youlink.com.br
www.rfidessentials.com (site do Livro – RFID Essentials – Glover & Bhatt – 2006)
www.epcglobalinc.org

Qualquer dúvida, sugestão, crítica e comentário, favor deixar um recado (com seu contato) na seção comentários. Todos os comentários são moderados.


Um Grande Abraço!

E até o próximo artigo!

quarta-feira, 26 de março de 2008

O que é RFID?

Pessoal!!!

Como estou sendo frequêntemente procurado para esclarecer dúvidas de várias pessoas, resolvi escrever um pouco sobre essa maravilhosa tecnologia, andei procurando e achando poucas coisas (principalmente em Pt-Br), talvez você não encontre as melhores respostas ou tudo o que precisa, mas espero que isso o ajude!
Qualquer dúvida ou comentário, possam enviar um email para mim: denilson.alexandre@gmail.com


Radio Frequency Identification (Identificação por Frequência de Rádio)


É um sistema baseado em dois itens principais:

IDENTIFICADOR: Dispositivo de identificação que queremos rastrear. Em resumo, a Etiqueta com o chip (também chamada de In Lay, Tag, Etiqueta Inteligente, Smart Tag e etc...);

LEITOR: Dispositivo que consegue reconhecer a presença dos identificadores RFID e ler as informações baseadas neles;

Talvez você já participou de alguma interação com o RFID sem saber. Como? Vai alguns exemplos:

  • Você já foi em algum prédio comercial, onde lhe entregam aquele cartãozinho (crachá) que vc apenas encosta para liberar a catraca e depois joga num buraco pra você poder sair?
  • Sabe aquele Bife que você comeu no almoço? Talvez o Bovino foi identificado com um Biochip através do Sistema Brasileiro SISBOV para rastreamento;
  • Você que mora nos estados de SP ou RJ, deve conhecer o sistema de pedágios (Sem Parar ou Via Fácil, respectivamente), no párabrisa do veículo tem um dispositivo com um Identificador RFID Ativo para acusar automaticamente o pagamento;
Apesar de ser um assunto "atual", a primeira patente registrada para um sistema de RFID foi em 1973.

IDENTIFICADORES

O Propósito de um Identificador RFID é: Anexar fisicamente dados sobre um objeto.

Podemos separar os identificadores em 2 tipos:

  • Ativos: Necessitam de bateria para enviar a informação ao Leitor;
  • Passivos: Possuem antenas que são energizadas através do envio de sinal dos Leitores e retornam o código armazenado em sua memória;
Atualmente o mercado está apontado o maior numero de utilização para as etiquetas passivas, uma vez que são extremamente mais baratas que as ativas.

Frequência Operacional:

É a frequência eletromagnética que o identificador usa para comunicar-se (ou obter energia) com o leitor. O espectro eletromagnético na extensão na qual o RFID geralmente opera pode ser dividido em:

  • LF (Freq. Baixa) - 30 a 300 kHz - Freq. em Uso*: Menor que 135 kHz
  • HF (Freq. Alta) - 3 a 30 MHz - Freq. em Uso*: 6,78 - 13,56 - 27,125 - 40,680 MHz
  • UHF (Freq. Ultra Alta) - 300 MHz a 3 GHz - Freq. em Uso*: 433,92 - 869 - 915 MHz
  • Microondas - Acima de 3 GHz - Freq. em Uso*: 2,45 - 5,8 - 24,125 Ghz
* Frequência em Uso: Frequências realmente disponiveis para utilização do RFID, padronizadas internacionalmente pelas indústrias.

Atualmente as Etiquetas UHF de 2a. Geração (GEN2) irão trabalhar nas faixas 860 MHz a 960 MHz para satisfazer os requisitos regulatórios de faixas UHF em diferentes partes do mundo.

Faixas X Distâncias:

  • LF: 50 centimetros;
  • HF: 3 metros;
  • UHF: 9 metros;
  • Microondas: > 10 Metros


LEITORES

Qualquer leitor RFID deve possuir uma ou mais antenas e possuir uma ou mais interfaces de comunicação (na maioria das vezes interfaces de rede) para algum dispositivo que possa processar esses dados.

Interfaces de Rede mais comuns utilizadas são: Serial RS232 ou RS485, Conector RJ45 10/100BaseT Ethernet. Alguns leitores possuem até interfaces Bluetooth ou Wireless. Todos os leitores devem possuir um microcontrolador ou microcomputador internamente para implementar os protocolos de comunicação e controlar os transmissores.

Os leitores podem ter diversas formas e tamanhos, podendo ser fixos (portais, túneis, prateleiras) ou móveis (pistolas, leitores para empilhadeiras).

Todos os Leitores de RFID necessitam de um Middleware (que estarei explicando em outro artigo). Por enquanto, entenda que é o Sistema de Software responsável pela tradução entre o leitor e o sistema usuário.

Estarei criando artigos focados em cada item de um Sistema RFID nos próximos dias.

Creio que uma leitura recomendada seja do Livro Fundamentos do RFID (Bill Glover & Himanshu Bhatt - O'Reilly - 2006).

Verifique nos links, alguns endereços que valem a pena visitar também.

Um Grande Abraço!